Escrito a 25 de Janeiro...Amigos, conhecidos, desconhecidos, todos, ninguém, alguém a quem possa interessar, a ti,
Porquê complicar? Neste mundo, nesta vida, nesta fase precária que passa a correr, temos a mania de complicar. Falo em nome de todos, vão-me perdoar, mas é assim; uns mais que outros, mas todos! Eu sei que sou ‘complicado’, sou ‘difícil’, sou ‘tramado’, sou uma pessoa, não – sou um miúdo -, um esboço de pessoa e estou em processo de formação. Eu vou captando experiências, tento aprender com os erros, tento não cometer muitos, tento ser perfeito, sim! Sim, eu tento… Mas não sou. Tento carregar o mundo às costas, cheio de pressões invisíveis, imaginárias até, sombras impostas para mim, muitas vezes por mim! Por isso sinto que tenho de ser perfeito, sinto que tenho de equilibrar tudo às minhas costas, nos meus ombros, na minha cabeça… Tenho sempre a consciência pesada com a simples possibilidade de erro! Prevejo sempre o pior cenário, sou das pessoas mais pessimistas que conheço e, embora isto se deva ao meu elevado nível de precaução e receio, pareço ser o que mais asneira faz! Isso entristece-me. Devo ser mais livre e, de momento, é isso que procuro: um estado puro e leve de liberdade! Para atingir esta conclusão, foram necessárias mais premissas do que eu imaginava, foram necessárias muitos amigos preocupados e a vós vos agradeço. Agradeço também, claro, à minha família próxima, o meu forte, o meu porto-seguro. Obrigado!! Obrigado Rita (és, sempre serás o meu maior amor), Mãe e Pai (amo-vos incondicionalmente e infinitamente – desde sempre, para sempre!), Inês (como não podias deixar de ser – no que depende de mim, é claro – mantiveste-te o meu rochedo forte e sólido; mas também o doce Sol e o mais quente biscoito), Filipa (presente, também, é claro! Obrigado, adoro-te!), Sara (consegues alegrar-me, mas também me consegues fazer ver a realidade), Sofias (Obrigado, a tua boa-disposição é contagiante! Vamos ter o projecto secreto mais fixe de todos os tempos, M.A.), Ana # (muito obrigado – pessoas parecidas, problemas parecidos – adoro-te!), Marta (sempre sábia, às vezes dura e crua, mas é assim que preciso de ti – sim, preciso de ti), Filipas (não ajudaste tanto quanto eu gostaria, mas porque não partilhei tanto quanto tu gostarias – obrigado pela tua amizade), Fábio e Duarte (obrigado pela vossa maneira de ser que, apesar de diferente, me ajudou bastante – obrigado, fortes “ajudões”), Vera (a ti, obrigado – e desculpa, mas nunca irá resultar). Obrigado a todos, mesmo!
Porquê complicar? Neste mundo, nesta vida, nesta fase precária que passa a correr, temos a mania de complicar. Falo em nome de todos, vão-me perdoar, mas é assim; uns mais que outros, mas todos! Eu sei que sou ‘complicado’, sou ‘difícil’, sou ‘tramado’, sou uma pessoa, não – sou um miúdo -, um esboço de pessoa e estou em processo de formação. Eu vou captando experiências, tento aprender com os erros, tento não cometer muitos, tento ser perfeito, sim! Sim, eu tento… Mas não sou. Tento carregar o mundo às costas, cheio de pressões invisíveis, imaginárias até, sombras impostas para mim, muitas vezes por mim! Por isso sinto que tenho de ser perfeito, sinto que tenho de equilibrar tudo às minhas costas, nos meus ombros, na minha cabeça… Tenho sempre a consciência pesada com a simples possibilidade de erro! Prevejo sempre o pior cenário, sou das pessoas mais pessimistas que conheço e, embora isto se deva ao meu elevado nível de precaução e receio, pareço ser o que mais asneira faz! Isso entristece-me. Devo ser mais livre e, de momento, é isso que procuro: um estado puro e leve de liberdade! Para atingir esta conclusão, foram necessárias mais premissas do que eu imaginava, foram necessárias muitos amigos preocupados e a vós vos agradeço. Agradeço também, claro, à minha família próxima, o meu forte, o meu porto-seguro. Obrigado!! Obrigado Rita (és, sempre serás o meu maior amor), Mãe e Pai (amo-vos incondicionalmente e infinitamente – desde sempre, para sempre!), Inês (como não podias deixar de ser – no que depende de mim, é claro – mantiveste-te o meu rochedo forte e sólido; mas também o doce Sol e o mais quente biscoito), Filipa (presente, também, é claro! Obrigado, adoro-te!), Sara (consegues alegrar-me, mas também me consegues fazer ver a realidade), Sofias (Obrigado, a tua boa-disposição é contagiante! Vamos ter o projecto secreto mais fixe de todos os tempos, M.A.), Ana # (muito obrigado – pessoas parecidas, problemas parecidos – adoro-te!), Marta (sempre sábia, às vezes dura e crua, mas é assim que preciso de ti – sim, preciso de ti), Filipas (não ajudaste tanto quanto eu gostaria, mas porque não partilhei tanto quanto tu gostarias – obrigado pela tua amizade), Fábio e Duarte (obrigado pela vossa maneira de ser que, apesar de diferente, me ajudou bastante – obrigado, fortes “ajudões”), Vera (a ti, obrigado – e desculpa, mas nunca irá resultar). Obrigado a todos, mesmo!
Com o desejo de liberdade,
RP

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