A ferida é feita discretamente. O corte, a dor, ao início, não se sente, não se repara. Com o passar do tempo, torna-se cada vez mais notável, procuramos ignorar aquela impressão, mas ela é mais forte que nós e vai crescendo. Vai crescendo até se tornar insuportável, impossível de desprezar. O sangue já corre significativamente, deixando a sua marca espalhada pelo chão.
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2 comentários:
God.
Até me arrepiei a ler!
Porque é que dizes que não acreditas que escreves bem? Se depois escreves coisas destas... e arrepias pessoas? Não é isso que a escrita é suposto fazer? Arrepiar pessoas?
E quero ver aqui mais posts, sim? Porque eu gosto de comentaaar :)
E não sou só eu que sou a mestre de todas as artes. :D
OMG...
Como diz a Mónica, arrepia!
Perfeito!
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