Diálogo da tortura

- Tenho receio
De sentir,
De ser um meio,
Meio para atingir
Um fim,
Fim tenebroso.
E estou a pedir;
Peço, sim,
Não te afastes,
Não acabes algo
Que não começaste.
Não me deixes assim.
- Não é por mal,
Sabes que és ‘especial’.
(Mentir,
Sorrir
E prosseguir…)
Infelizmente,
Não dá…
- Tu não dás;
Tu és ferida,
Tu és dor.
Amor,
Confundes ternura
com tortura;
Não tens sentido.
Não sentes,
Nem tentes,
Adeus. Eu fico bem.

3 comentários:

Dupé disse...

Um grande texto escrito por uma grande pessoa...!

Se continuares assim teremos um grande escritor.


Continua.....
DP

Ana Jorge disse...

Uau, poderoso..
Sabes que estou aqui, para tudo :)

Este poema está mesmo demais.

Beijinhos *@

*Satu* disse...

Este poema, revela o- PODER DE
AMAR@
Amor e ternura é a meta de qualquer ser humano, contudo nem sempre somus felizes no caminhu que percurremus para atingir esse abjectivo, levando-nos á totura.
Por vezes a dor elivia e ultrapassada ao chegar á meta do amor, outras vezes, todo o folego perdido n valeu de nada por termus chegado atrasados e essa pessoa ja n nos pertencer. Nesses casos é necessário finzir que vencemus e seguir em frente, em busca da proxima meta do amor.

Adorei o poema@*.*